
Segundo o boletim, a vítima relatou que convive há cerca de cinco meses com o pai, o marido e seus dois filhos pequenos. Ela informou que, ao acordar e iniciar o preparo do almoço, o agressor — que estaria em estado avançado de embriaguez — passou a hostilizá-la, afirmando que ela deveria deixar a casa. Em seguida, conforme o relato, ele a empurrou contra caixas e o fogão, além de tentar agredi-la novamente, sendo impedido pela neta de 6 anos.
A vítima afirmou ainda que o homem a humilhou com xingamentos, jogou seus pertences na rua e insistiu que ela não permaneceria na residência. O marido da gestante precisou intervir, momento em que o agressor voltou a empurrá-la e proferir novas ameaças.
A mulher declarou que episódios de agressividade seriam recorrentes sempre que o autor consome bebidas alcoólicas.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram que o homem estava visivelmente embriagado, alterado e resistente. Ele se recusou a acompanhar a equipe até o Plantão Policial, sendo necessário o uso de força moderada e algemas para garantir a segurança da vítima, dos agentes e dele próprio. De acordo com a PM, o agressor não apresentava lesões aparentes.
A gestante solicitou medidas protetivas de urgência. Como não foram constatadas lesões visíveis, não houve requisição de exame do IML.
O caso foi registrado e segue em investigação.
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